Já estamos enfrentando um período de falta de profissionais concursados nas escolas e as relações estabelecidas pelo não vínculo realmente é diferente, difícil, tendo perdas para ambas as partes (a escola e o profissional). É preciso defender o funcionalismo público e buscar ajustes nessas condições, não o contrário, como é o caso da nova proposta. Logo, minha sugestão: abertura de concurso público!
Defender a gestão pública da escola pública vai muito além de uma escolha administrativa; trata-se da defesa da educação como um direito humano e dever do Estado, e não como um serviço comercializável. Quando a gestão é estritamente pública, o compromisso final é com o bem comum, e não com o equilíbrio financeiro de uma entidade privada ou o lucro de acionistas. Na gestão pública, o aluno é um sujeito de direitos, a gestão pública tem o dever de acolher a todos, inclusive os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem ou em situação de vulnerabilidade extrema, que muitas vezes são "indesejados" em modelos focados apenas em métricas de desempenho. A escola pública é, por excelência, o espaço de aprendizado da democracia. Somente na gestão pública plena é possível garantir que comunidade tenha voz: Pais, alunos e professores participam das decisões reais via conselhos escolares.
Não há o que contribuir com sugestão, a melhor sugestão é utilizar a verba que se pretende repassar para uma empresa privada, destinar diretamente às escolas. Cada escola sabe muito bem onde e como usar a verba que lhe é passada anualmente. Esse modelo é um desserviço à educação pública e de qualidade.
Defender a escola pública é defender que a educação básica permaneça como política de Estado, com profissionais estáveis, responsáveis perante a lei e comprometidos com o interesse público — e não como um serviço terceirizado sujeito à lógica de contrato, lucro ou desempenho isolado.
Não concordo com o modelo privado de gestão. A gestão deve continuar pública com ingresso através de concurso público, sem favoritismo ou escolha indireta do gestor educacional.
Esse modelo não contribui com a educação. Se você quer continuar com escolas terceirizadas, continue com elas terceirizadas, mas deixe as escolas diretas, com seu ensino de qualidade em paz.
Não existe como comparar a qualidade de educação de professores que se atualizam, recebem melhor e trabalham 6 horas por dia com professores CLT que recebem menos e trabalham 9 horas por dia
A proposta não deve ser implantada, pois enfraquece o funcionalismo público, transfere responsabilidades centrais do Estado a OSCs e compromete a valorização do servidor concursado. Além disso, favorece a precarização do trabalho docente, fragmenta a rede pública e abre caminho para a privatização indireta da educação, contrariando o princípio constitucional da educação pública, estatal e democrática.
Já estamos enfrentando um período de falta de profissionais concursados nas escolas e as relações estabelecidas pelo não vínculo realmente é diferente, difícil, tendo perdas para ambas as partes (a escola e o profissional). É preciso defender o funcionalismo público e buscar ajustes nessas condições, não o contrário, como é o caso da nova proposta. Logo, minha sugestão: abertura de concurso público!
A privatização enfraquece a educação públicade qualidade, que é direito das crianças e adolescente.
Defender a gestão pública da escola pública vai muito além de uma escolha administrativa; trata-se da defesa da educação como um direito humano e dever do Estado, e não como um serviço comercializável. Quando a gestão é estritamente pública, o compromisso final é com o bem comum, e não com o equilíbrio financeiro de uma entidade privada ou o lucro de acionistas. Na gestão pública, o aluno é um sujeito de direitos, a gestão pública tem o dever de acolher a todos, inclusive os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem ou em situação de vulnerabilidade extrema, que muitas vezes são "indesejados" em modelos focados apenas em métricas de desempenho. A escola pública é, por excelência, o espaço de aprendizado da democracia. Somente na gestão pública plena é possível garantir que comunidade tenha voz: Pais, alunos e professores participam das decisões reais via conselhos escolares.
Não há o que contribuir com sugestão, a melhor sugestão é utilizar a verba que se pretende repassar para uma empresa privada, destinar diretamente às escolas. Cada escola sabe muito bem onde e como usar a verba que lhe é passada anualmente. Esse modelo é um desserviço à educação pública e de qualidade.
Defendo a escola publica, laica e com gestão democrática e direta da rede, por mais concursos para manter a isonomia dos cargos públicos.
Defender a escola pública é defender que a educação básica permaneça como política de Estado, com profissionais estáveis, responsáveis perante a lei e comprometidos com o interesse público — e não como um serviço terceirizado sujeito à lógica de contrato, lucro ou desempenho isolado.
Não concordo com o modelo privado de gestão. A gestão deve continuar pública com ingresso através de concurso público, sem favoritismo ou escolha indireta do gestor educacional.
Esse modelo não contribui com a educação. Se você quer continuar com escolas terceirizadas, continue com elas terceirizadas, mas deixe as escolas diretas, com seu ensino de qualidade em paz.
Não existe como comparar a qualidade de educação de professores que se atualizam, recebem melhor e trabalham 6 horas por dia com professores CLT que recebem menos e trabalham 9 horas por dia
A proposta não deve ser implantada, pois enfraquece o funcionalismo público, transfere responsabilidades centrais do Estado a OSCs e compromete a valorização do servidor concursado. Além disso, favorece a precarização do trabalho docente, fragmenta a rede pública e abre caminho para a privatização indireta da educação, contrariando o princípio constitucional da educação pública, estatal e democrática.
Não privatizar e sim fortalecer a educação pública .