Processo de consulta pública
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A disponibilidade de "consulta de campo", ampla escuta ativa de todos os membros da Unidade, de diferentes territórios. Uma cidade tão diversas, precisa de um olhar amplo para compreender os reais desafios e criar estratégias para solucioná-los.
Consulta popular, de fato, nas unidades e em meios não burocratizados como esse. Esse modelo de gestão é cara e não representa o desejo das comunidades escolares.
Não existe justificativa para contribuir com esse modelo de gestão educacional. É fundamental lembrar que o concurso público garante que os profissionais mais preparados, que se formaram e se dedicaram à área da educação, possam exercer a gestão pedagógica e administrativa. Esse processo seleciona por mérito, competência e compromisso público — e não por conveniência política.
Ao contrário disso, a privatização abre espaço para que cargos estratégicos sejam ocupados por indicados de ocasião, muitas vezes sem experiência, apontados por aventureiros, familiares ou parceiros do Executivo. É a substituição de uma política de Estado, sólida e permanente, por uma política de governo, sujeita a interesses momentâneos, acordos particulares e decisões tomadas a portas fechadas.
Essa troca não é apenas injusta; é perigosa. Ela corrói a profissionalização da educação, enfraquece a autonomia pedagógica e coloca o futuro dos estudantes nas mãos de quem pode não ter compromisso com o bem público.
Não a Privatização e implementação desse modelo!
NÃO À PRIVATIZAÇÃO. Escola pública, gratuita e de qualidade! Não retire dos ombros do poder público municipal uma obrigatoriedade definida constitucionalmente e pela LDB. Educação não se mede apenas em números com uma pretensa "eficiência" e "lucratividade", e sim com a valorização dos profissionais da educação, das famílias e dos estudantes ao permitir que o estudar seja instrumento de mudança de vida real e significativa.
Acredito que o modelo atual condiz com uma gestão pública de qualidade. Não sou a favor da privatização.
Como contribuição ao debate, é fundamental reafirmar a centralidade do Estado na garantia do direito à educação pública. Em vez de avançar na privatização, recomenda-se o fortalecimento da rede pública, com investimento contínuo em infraestrutura, formação e valorização dos profissionais da educação. Políticas públicas devem priorizar a equidade, a inclusão e a gestão democrática, assegurando a participação da comunidade escolar nas decisões.
Sugere-se, ainda, ampliar mecanismos de avaliação pública e transparente, baseados em critérios pedagógicos e sociais, e não mercadológicos. A educação deve ser tratada como um direito social e não como um serviço, garantindo qualidade social, respeito à diversidade e redução das desigualdades educacionais.
Esse modelo não deve existir, não interessa a população, é de interesse apenas dessa gestão que deseja piorar o sistema educacional da cidade de São Paulo.
Não há nada de contribuição para este modelo de gestão, já que não atende aos interesses da população no que diz respeito a escola PÚBLICA de qualidade. Cabe ressaltar, que ainda é a gestão pública que pode transformar a educação, com investimentos que seriam destinados à terceirização, valorização de profissionais, currículos atualizados e avaliações adequados à realidade dos territórios.
O modelo mais eficiente de gestão da escola pública, de qualidade e laica é por meio da gestão democrática e participativa gerida pelo município de São Paulo, como indica a LDB 9394/96 Artigo 3º, inciso VIII. A seleção da gestão deve ser por meio do concurso público (como já ocorre, com a necessidade urgente de concurso público para diretores) ou por meio de eleição de diretores através de profissionais da rede concursado. A política pública da educação integral só se torna eficiente com investimentos para que a política se concretize, sem investimento na escola pública não há melhorias. Portanto, sou totalmente contra a privatização da gestão das escolas públicas. Não deve efetuar a parceria com organizações da sociedade civil para gestão da escola pública. O custo-aluno nesse modelo privatizado é muito maior, com esse orçamento repassem para as escolas públicas, diminuem a quantidade de alunos por sala, fortaleça a cidade educadora que São Paulo se integra, tem vários caminhos.