Processo de consulta pública
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NÃO A PRIVATIZAÇAO
"Este modelo é absolutamente inviável, pois fere princípios que não admitem concessões quando o tema é a educação pública, gratuita e de qualidade. Qualquer proposta que ameace a integridade dos processos de ingresso e permanência na rede de ensino, ou que tente desmantelar o pilar da gestão democrática, representa um retrocesso democrático que não deveria sequer ser pautado. A educação não comporta soluções que fragilizem a soberania da comunidade escolar ou que subvertam a natureza do serviço público; pelo contrário, qualquer gestão comprometida com o interesse social deve rejeitar categoricamente modelos que transformem o direito constitucional ao ensino em uma estrutura precarizada e desprovida de participação coletiva."
NAO A PRIVATIZACAO.
EDUCACAO E UM DIREITO SOCIAL, NAO UM NEGOCIO.
A escola pública deve ser administrada diretamente pelo poder público.
A privatização prejudica a qualidade da educação.
O modelo precariza o trabalho docente.
A medida ameaça direitos dos trabalhadores da educação.
NÃO A PRIVATIZAÇÃO
NÃO A PRIVATIZAÇÃO
O cuidado é não levar essa implantação adiante, isso não vai melhorar o desenvolvimento dos estudantes, queremos melhores condições de trabalho.
Infelizmente, muitos dos que formulam as alterações em modelos relacionados ao campo educacional não possuem conhecimento de causa para opinar sobre tal, desconhecem os desafios cotidianos na prática das escolas. Antes de se falar em quaisquer mudanças, é urgente a presença de representantes a nível de SME nas mais diversas Unidades, ouvindo os gestores e demais membros da comunidade escolar para terem clareza das reais necessidades.
O cuidado a ser observado é a ilegalidade e a impopularidade da proposta.
O cuidado do prefeito é ler e entender todos os comentários aqui presentes e observar que a maioria se posiciona contra esse modelo.
A privatização da educação traz riscos profundos. Ela amplia desigualdades, exclui quem não pode pagar, transforma direitos em produtos e coloca decisões pedagógicas nas mãos de interesses econômicos — não de educadores. Quando a escola passa a servir ao mercado, deixa de servir à sociedade.
Nenhum, pois este modelo não deveria nem ser cogitado quando se fala em educação pública, gratuita e de qualidade. Nada que possa eliminar o processo de entrada e de permanência na rede pública de ensino e que retire da comunidade escolar o conceito de gestão democrática deveria ser cogitado por essa gestão ou qualquer outra.