Processo de consulta pública
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Dizer não a gestão privada está ligada a transparência do processo. Uma gestão democrática é feita por todos que estão no chão da escola e conhecem as peculiaridades da sua Unidade. Uma gestão democrática tem a participação de todos os profissionais e das famílias, esse sim é um modelo correto. Como colocar um administrador que não tem nada a ver com a educação para saber das especificidades da escola pública, jamais daria certo.
Não há garantia de transparência na gerência privatizada, pois qdo a escola mantém sua autonomia, estabelece critérios para participação da comunidade que tbm contribui com a fiscalização das verbas
Uma abertura para os "cabides" e sonegação de valores. Esse modelo dá abertura para empresas fantasmas se inserirem junto á educação.
Esse modelo não deve ser implantado.
É possível perceber que as respostas apontam, de forma consistente, a dificuldade de manter a função essencial da escola pública: uma gestão democrática, imparcial e voltada para todos. A proposta apresentada tende a transformar a estrutura em um meio de criação de cargos ligados à gestão atual, sem garantia de continuidade, tornando-se vulnerável a cada mudança de governo. É importante reforçar que a educação é um direito da população e não deve ser tratada como fonte de lucro.
A educação pública e de qualidade é dever do Estado e da família, assim os cuidados a serem observados na eventual implantação é justamente que não seja apenas mais uma forma de punir professores pela falta de estrutura de trabalho, observamos que nas escolas os desafios não se resume ao ensino aprendizagem, mas sim na assistência de outros profissionais como psicólogos, fonoaudiólogos e assistencia social.
Evitar a terceirização da gestão pedagógica, a precarização do trabalho docente e o esvaziamento da gestão democrática, assegurando controle público efetivo e respeito aos princípios da educação pública.
A educação pública é o pilar fundamental de uma sociedade democrática e o principal instrumento de redução de desigualdades. Em São Paulo, propostas que visam transferir a gestão das escolas para a iniciativa privada — seja por meio de OSs (Organizações Sociais), PPPs (Parcerias Público-Privadas) ou vouchers — ameaçam transformar um direito constitucional em um serviço balizado pelo lucro.
A gestão privada tende a flexibilizar contratos de trabalho, substituindo o plano de carreira e a estabilidade dos concursados por contratações precárias e alta rotatividade. Sem a garantia de continuidade e autonomia pedagógica, o vínculo entre professor e aluno — base de qualquer aprendizado real — é seriamente comprometido.
Sou contra a privatização da escola publica. A educação precisa melhorar, mas não dessa forma. Valorização dos professores e dos profissionais que trabalham nas escolas é fundamental. Necessário a abertura de concurso públicos e maior numero de formações para todos que atuam nas unidades educacionais.