Processo de consulta pública
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Não deve ser implementado este modelo de parceria na educação municipal de ensino fundamental na cidade de SP
O cuidado já se inicia aqui, dizendo NÃO a esse modelo e à sua implantação.
Este modelo é apenas para privatizar , não tem nada. have com a melhoria da educação paulistana . Já temos um terço da educação infantil paulistana privatizada, e no que melhorou para nossas crianças? Nada. Nas creches conveniadas é que acontece o desvio d verbas , gestão não é democrática e quem manda é apenas a direita( que faz a gestão dos salários dos profissionais) ao invés de obedecer a questão da lei. Gestão privatizada, escola pública com gestão privada é o fim da escola pública de qualidade , sendo que este modelo não garante a qualidade da educação.
Sou totalmente contrária a terceirização da gestão da escola pública. O cuidado é a não terceirização ou privatização da instituição.
A garantia de igualdade de acesso é nebulosa e o georreferenciamento do EOL, por si só, não assevera isso. Veja: uma criança que está na efetiva matrícula de uma escola pode ser recusada pelo operador (por n motivos, por exemplo, o bairro do endereço residencial), fazendo a fila rodar até chegar em um perfil de criança / família que agrade.
A quem interessa a privatização das escolas? É isso que estão querendo fazer aos poucos e mascarando com nomes bonitos! A privatização ja se mostrou desastrosas em outros setores e não será diferente na educação! É preciso investimento e reconhecimento dos profissionais da rede e não de sucateamento da rede! Não à privatização!
Sou totalmente contrário a qualquer forma de terceirização ou “modelo complementar de gestão” nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental de São Paulo.
Essa proposta representa, na prática, privatização disfarçada da educação pública, ainda que se tente suavizá-la com discursos de eficiência, inovação ou manutenção do caráter público das unidades. Gestão escolar é função indelegável do Estado e não pode ser transferida a entidades privadas, sob pena de precarização do serviço público e dos direitos dos trabalhadores da educação.
A Rede Municipal já possui profissionais qualificados, comprometidos e concursados. O que falta não é gestão privada, mas investimento público, valorização dos servidores, condições dignas de trabalho, redução da sobrecarga, formação continuada e gestão democrática de verdade.
Utilizar experiências pontuais para justificar mudanças estruturais é equivocado e perigoso.
Esse modelo não pode ser implementado na cidade de São Paulo. A educação pública é dever do ESTADO e todas as verbas arrecadadas com os impostos pagos pela população devem ser utilizadas por órgão públicos geridos por funcionários concursados e não repassados para organizações privadas.
Será que este modelo garante aprendizagens maís efetivas aos nossos estudantes? Acredito que não. As relações entre a gestão escolar e demais colaboradores tende a melhorar? Também não. Temos presenciado diversos estores que foram entregues a iniciativa privada e em vez de melhorar piorou. Exemplo: Enel.
Assegurar que todos tenham acesso a uma educação de qualidade, alinhadas as diretrizes da rede municipal,
Que sejam feitas fiscalizações rígidas no emprego das verbas destinada a instituição.
Formação continua dos profissionais e valorização.