Abrir concurso público, colocar servidores suficientes nas Unidades Escolares, garantir formação para todos em todos os momentos da carreira, pois todos os envolvidos são educadores, seja atendendo um pai, auxiliando um aluno dentro da escola ou na sala de aula.
Qualquer proposta que envolva cessão ou transferência da gestão de escolas públicas a organizações da sociedade civil representa um retrocesso nas políticas educacionais e no cumprimento do dever constitucional do Estado com a educação básica.
O aprimoramento da qualidade da educação pública deve ocorrer por meio do fortalecimento da gestão estatal, da valorização dos profissionais da educação, da ampliação do ensino integral com investimento público direto e do aprofundamento da gestão democrática, e não pela delegação de funções essenciais do poder público.
A atuação de organizações da sociedade civil, quando existente, deve limitar-se a ações complementares e de apoio, sem qualquer ingerência na gestão escolar ou no projeto político-pedagógico, sob pena de descaracterizar o caráter público da escola.
Não tenho contribuições a dar, pois não acredito nesse modelo de gestão. A escola pública deve ser administrada diretamente pelo poder público.
A educação pública é um direito social e deve ser garantida pelo Estado.
Se sou totalmente contra o modelo, não tenho nada a acrescentar ou contribuir. Mas quero deixar um registro: Educação Pública não é empresa, não vende mercadorias e não visa retorno financeiro. Educação é Direito e Dever do Poder Público. Simples assim.
O modelo é com gestão pública provida de recursos humanos e financeiros necessários, algo que não ocorre de fato nas unidades educacionais. Por vários motivos as escolas não são supridas de professores e funcionários suficientes para o trabalho cotidiano. Os gestores educacionais que recebem escolas com recursos humanos e financeiros adequados atingem bons resultados.
Sugestão e contribuição: não há sustentabilidade em um modelo que pensa a educação como mercadoria! A constituição cidadã de 88 preza pelo direito à educação pública e que seja de qualidade!
Proposta absurda que fere a lei de diretrizes e base da educação nacional. Não tem sentido e é totalmente prejudicial a oferta de uma educação pública de qualidade.
Creio que a secretaria deveria se preocupar em garantir o acesso de todas as crianças da rede aos bens culturais, esportivos e de lazer que a Cidade de São Paulo dispõe pois a educação sozinha não faz milagres, a cultura trasforma realidades, o esporte também, os três juntos (cutura, esporte e principalmente educação) são imbativeis. Outra preocupação da secretaria deveria ser a garantia de uma estrutura física escolar segura, organizada, limpa e acolhedora.
Abrir concurso público, colocar servidores suficientes nas Unidades Escolares, garantir formação para todos em todos os momentos da carreira, pois todos os envolvidos são educadores, seja atendendo um pai, auxiliando um aluno dentro da escola ou na sala de aula.
Qualquer proposta que envolva cessão ou transferência da gestão de escolas públicas a organizações da sociedade civil representa um retrocesso nas políticas educacionais e no cumprimento do dever constitucional do Estado com a educação básica.
O aprimoramento da qualidade da educação pública deve ocorrer por meio do fortalecimento da gestão estatal, da valorização dos profissionais da educação, da ampliação do ensino integral com investimento público direto e do aprofundamento da gestão democrática, e não pela delegação de funções essenciais do poder público.
A atuação de organizações da sociedade civil, quando existente, deve limitar-se a ações complementares e de apoio, sem qualquer ingerência na gestão escolar ou no projeto político-pedagógico, sob pena de descaracterizar o caráter público da escola.
Não tenho contribuições a dar, pois não acredito nesse modelo de gestão. A escola pública deve ser administrada diretamente pelo poder público.
A educação pública é um direito social e deve ser garantida pelo Estado.
Se sou totalmente contra o modelo, não tenho nada a acrescentar ou contribuir. Mas quero deixar um registro: Educação Pública não é empresa, não vende mercadorias e não visa retorno financeiro. Educação é Direito e Dever do Poder Público. Simples assim.
O modelo é com gestão pública provida de recursos humanos e financeiros necessários, algo que não ocorre de fato nas unidades educacionais. Por vários motivos as escolas não são supridas de professores e funcionários suficientes para o trabalho cotidiano. Os gestores educacionais que recebem escolas com recursos humanos e financeiros adequados atingem bons resultados.
Sugestão e contribuição: não há sustentabilidade em um modelo que pensa a educação como mercadoria! A constituição cidadã de 88 preza pelo direito à educação pública e que seja de qualidade!
Proposta absurda que fere a lei de diretrizes e base da educação nacional. Não tem sentido e é totalmente prejudicial a oferta de uma educação pública de qualidade.
Sou totalmente contra o modelo proposto por considerar que, por si só, já é um ataque aos princípios da administração pública.
Não aplicar o modelo.
Creio que a secretaria deveria se preocupar em garantir o acesso de todas as crianças da rede aos bens culturais, esportivos e de lazer que a Cidade de São Paulo dispõe pois a educação sozinha não faz milagres, a cultura trasforma realidades, o esporte também, os três juntos (cutura, esporte e principalmente educação) são imbativeis. Outra preocupação da secretaria deveria ser a garantia de uma estrutura física escolar segura, organizada, limpa e acolhedora.