Processo de consulta pública
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site, para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários. Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site, e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho, de como são realizadas as navegações no site, para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro. Esses cookies podem ser desabilitados, e, só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página. Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site, sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk. Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização, marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
Sou totalmente contra o modelo proposto, não há sugestão a ser dada.
A educação pública do munícipio de São Paulo deve ter o investimento necessário dos recursos para que modelos de privatização não se façam necessários. Um sistema educacional com número de recursos humanos suficientes, manutenção da formação de funcionários, salários adequados, rede intersetorial que dialogam e também possuam investimentos contribui para a qualidade da educação. Não é o modelo de privatização, ou seja, alicerçar-se a organizações privadas ou, até mesmo, "sen fins lucrativos" que melhora a qualidade de ensino, que aumentam o número do IDEB das escolas. Logo, peço atenção ao que é devido. Investimento de dinheiro público no sistema público sem parceria privada ou de organizações "sens fins lucrativos. Será que se isso fosse feito da forma correta, necessitaremos desse modelo de gestão privatizada? Creio que não.
Escola pública é direito do povo
Não à privatização
Educação não é mercadoria
Contrário totalmente ao projeto
A educação pública é um direito constitucional e deve ser garantida diretamente pelo Estado. A principal potencialidade da gestão pública direta é a continuidade das políticas educacionais, o compromisso com o interesse coletivo e a valorização do servidor público, que ingressa por concurso e atua com estabilidade, autonomia pedagógica e compromisso institucional.
A terceirização da gestão apresenta desafios significativos, como a precarização das relações de trabalho, a alta rotatividade de profissionais, a fragilização da gestão democrática e o risco de subordinar decisões pedagógicas a interesses administrativos ou financeiros. Além disso, pode comprometer a identidade da escola pública, a equidade no atendimento e o vínculo da comunidade com a unidade escolar
Ao invés de terceirização e repasse de verba pública para OSs, a sociedade organizada deve se mobilizar para a melhoria e aperfeiçoamento das unidades escolares diretas, e na formação criteriosa dos servidores públicos municipais efetivos.
Como contribuição, defendo que o caminho mais adequado para o fortalecimento da educação pública não é a terceirização, mas sim o investimento na rede pública, com valorização dos servidores, formação continuada, melhoria das condições de trabalho, fortalecimento das equipes gestoras e ampliação dos espaços de participação da comunidade.
A escola pública deve ser gerida por funcionários públicos, comprometidos com o interesse coletivo e com o projeto pedagógico da rede, garantindo equidade, inclusão e qualidade social da educação. A terceirização da gestão não resolve os problemas estruturais da educação e pode aprofundar desigualdades, fragilizando um direito que deve ser assegurado pelo Estado.
Manifesto-me contrariamente à proposta de privatização da gestão das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) no município de São Paulo, por entender que tal medida representa um grave retrocesso na política educacional, comprometendo a qualidade do ensino, a equidade social e o direito constitucional à educação pública.
A gestão pública da educação, realizada por servidores concursados, garante continuidade pedagógica, estabilidade institucional, compromisso com o interesse coletivo e controle social. O ingresso por concurso público assegura critérios técnicos, impessoalidade e transparência, além de proteger a escola de interferências políticas, econômicas ou mercadológicas.
A substituição dessa gestão por contratos privados fragiliza a escola pública ao introduzir uma lógica de mercado em um direito essencial. A educação não pode ser tratada como produto nem submetida a metas financeiras que frequentemente priorizam redução de custos em detrimento da qualidade do ensino.
A sugestão é buscar escolas fundamentais públicas modelo que já estão dando certo. Verificar as notas dessas escolas e buscar entender o por quê dessas notas, valorizar financeiramente essa escola, buscar alternativas para que esse tipo de gestão aconteça em outras escolas.
O repasse financeiro/premiação deve ser pra quem já esta na luta da escola pública e não para donos de escolas particulares, que já lucram muito com os seus negócios e agora vão poder lucrar nas escolas públicas.
Temos como exemplo as creches parceiras, que pagam METADE do salário aos professores, que trabalham por 8 horas diárias com bebês, sem plano de carreira e valorização profissional. Esse é o caminho da parceria.
O modelo em si não traz contribuições. Escola pública deve ser administrada pelo poder público e permanecer exclusivamente sob sua tutela.