Processo de consulta pública
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Retrocesso não queremos privatização ! Não deve ser implementado de maneira nenhuma este modelo as EMEFS
Penso que seria um retrocesso muito grande, uma cidade com o orçamento que tem, com um conjunto de milhares de servidores extremamente bem qualificados, adotar um sistema de TERCEIRIZAÇÃO e PRECARIZAÇÃO do ensino. Algo que já acontece em larga escala na educação infantil, e é nítida a diferença de qualidade dos espaços e contextos de aprendizagem oferecidos na rede conveniada e na rede direta, é uma diferença colossal.
A melhoria da educação passa pelo fortalecimento da escola pública, com realização de concursos públicos, valorização dos profissionais, investimentos adequados em infraestrutura, formação continuada e políticas educacionais que garantam qualidade, equidade e gestão democrática, sem transferência da gestão ao setor privado. Ou seja, não deve ser implatado.
Gestão escolar com profissionais concursados, não é correto entregar a gestão da escola para uma rede privada.
Gestão das escolas com servidores concursados para os cargos, sem participação das Organizações da Sociedade Civil. A Educação não é mercadoria e não deve ser terceirizada.
O modelo não é benéfico, a melhoria não vem com a privatização de serviços públicos, educação não é mercadoria
Acredito que a melhoria dos serviços públicos, especialmente da educação, deve ocorrer por meio do fortalecimento da gestão pública direta, com investimento em servidores, formação continuada, valorização profissional e transparência. A educação é um bem público, um direito social e não deve ser tratada como mercadoria voltada ao lucro de empresas privadas. A privatização da gestão subordina a educação às lógicas de mercado, prioriza interesses econômicos em detrimento do interesse coletivo e pode comprometer a qualidade do ensino, a autonomia pedagógica, o respeito às especificidades territoriais e culturais, além de fragilizar a gestão democrática e ampliar desigualdades. Para compreender os efeitos desse modelo, basta observar as diferenças de qualidade entre as unidades públicas diretas e as creches conveniadas. Defendo políticas públicas construídas com participação social, controle público e compromisso com os direitos da população.
O único modelo viável é manter a educação pública e investir em qualidade.
Não tenho contribuições a dar,pois não acredito nesse modelo de gestão.
Um modelo eficaz de gestão escolar no Ensino Fundamental deve equilibrar autonomia, participação democrática, foco pedagógico e apoio institucional, reconhecendo que a melhoria da qualidade da educação depende de políticas estruturantes e não apenas da responsabilização individual da escola. Não se pode confundir modelo de gestão “privada” com modelo de gestão “pública”. Veja, não é o sistema anglo ou objetivo que se torna eficaz. Esses sistemas privados com gestão privada só se tornam eficazes porque possuem algo muito além do que somente um currículo bom. A escola só é boa porque há movimentos axiológicos externos ou adjacentes que a tornam boa. Seja uma comunidade menos violenta e descentralizada (que é o caso do Liceu Coração de Jesus), seja políticas públicas menos assistenciais para as famílias dos estudantes daquele local etc. Muitos estudantes não olham a escola somente para um disposto futuro. É preciso ter muito cuidado com esse modelo.