Processo de consulta pública
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Para mim, a melhoria dos serviços públicos depende diretamente do aprimoramento da gestão pública direta. Isso significa investir em recursos humanos, oferecer oportunidades de crescimento profissional, valorizar o trabalho dos servidores e garantir que tudo seja feito de forma transparente. A opção pela privatização, por outro lado, pode levar a uma priorização dos interesses econômicos em detrimento do interesse coletivo, resultando em mais desigualdades e uma piora na qualidade e no acesso aos serviços. Eu apoio políticas públicas que sejam desenvolvidas com a participação da sociedade, controle público e um compromisso real com os direitos dos cidadãos.
Investimento na escola pública, na formação e aprimoramento contínuo dos professores concursados. Todo o apoio aos educadores para que possam desempenhar suas funções da melhor maneira possível.
Deve ser respeitada a lei do piso dos professores.
O projeto deve ser avaliado periodicamente por organizações da sociedade, ministério público e universidade púbicas, sugiro a criação de um fórum para acompanhar esse modelo.
Sugiro que após três anos dessa experiência seja feita uma avaliação especializadas por educadores e uma consulta pública na forma de plebiscito sobre a continuidade ou extinção do modelo.
O que deve ser feito são investimentos da verba pública de forma que fortaleça a infraestrutura das escolas públicas. Não é privatização que resolve problemas de investimento.
Esse modelo não deve nem estar em pauta. Concurso é o caminho para uma educação de qualidade.
Ausência de evidências conclusivas de superioridade
Diversas pesquisas internacionais e nacionais mostram que não há evidências sólidas de que escolas com gestão privatizada apresentem desempenho consistentemente melhor que escolas públicas tradicionais quando se leva em conta o contexto socioeconômico.
Em muitos casos, os resultados são equivalentes ou até piores, enquanto os custos de gestão aumentam.
Esse modelo não deve ser realizado.
Sou contário ao modelo. Irá enfraquecer o papel e a responsabilidade do poder público.
Contratar os profissionais que já passaram em concursos públicos e ainda aguardam serem chamados. Abrir novos concursos.
Manter servidores concursados e ampliar o quadro escolar docente e de apoio de forma que todos os setores consigam funcionar a contento, atualmente com a quantidade de servidores, mesmo com o atual quadro completo, isso não é possível.