Processo de consulta pública
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Minha sugestão é a de que se abandone esse projeto em favor de uma escola pública laica, gratuita, de qualidade, com investimento público, servidores públicos bem capacitados, que minimamente tenham recursos demandados ao enfrentamento dos desafios colocados e das "metas" cobradas.
Manifesto-me contrário a qualquer avanço desse modelo. A educação pública não necessita de novos arranjos privados de gestão, mas do cumprimento do que já está previsto na Constituição e na LDB.
Sugiro o abandono da proposta e o redirecionamento dos esforços para o fortalecimento da rede pública direta, com valorização dos servidores, investimentos em infraestrutura, formação continuada e ampliação do ensino integral sob gestão estatal. A escola pública deve permanecer integralmente pública, estatal, democrática e sob controle social, garantindo a educação como direito fundamental e política de Estado, e não como objeto de parcerias gerenciais.
A sugestão para contribuir com esse modelo é não implementá-lo. É preciso se preocupar com a valorização real dos professores e todas as pessoas envolvidas no processo educacional para garantir um ensino de qualidade.
Não há como contribuir com o modelo! Realize concurso público!
Concentre esforços no fortalecimento da gestão pública direta, por meio de concurso público de acesso, bem como com investimento contínuo na formação dos profissionais da educação, valorização do magistério, garantia de condições adequadas de trabalho, ampliação da participação da comunidade escolar e aprimoramento dos mecanismos de acompanhamento e avaliação, assegurando uma educação pública de qualidade.
Manter o modelo atual de gestão democrática e valorização dos servidores públicos , abertura de novo concurso etc
O modelo atual (gestão democrática através de órgãos colegiados formados pela comunidade escolar) deve ser mantido e fortalecido com mais investimentos em infraestrutura e valorização dos profissionais de educação.
Investimento na educação pública que não seja advindo de instituições privadas, valorização dos profissionais da educação e escuta atenta dos nossos problemas reais, para que exista diálogo e não esta postura déspota que a gestão municipal atual tem adotado.
Investimento real nos equipamentos públicos. Destravamento das reformas paradas desde 2020. Valorização do profissional concursado. Autonomia real das escolas, e não a regulação travestida de debate.
Rejeição total ao modelo proposto.
Sou contrária a qualquer forma de privatização da educação pública. Não considero adequado contribuir com esse modelo; o caminho necessário é o investimento direto no ensino público, com equidade, formação continuada, valorização dos profissionais da educação e fortalecimento do equipamento público.
Este modelo não deve ser implantado. É fundamental fortalecer a educação pública por meio da gestão pública direta, assegurando a responsabilidade do Estado na garantia desse direito constitucional. A transferência de recursos públicos para a iniciativa privada não responde aos desafios da educação e tende a fragilizar a política educacional.
Defendo o concurso público como forma legítima e transparente de selecionar profissionais qualificados e comprometidos com a Educação, garantindo estabilidade, continuidade do trabalho pedagógico e vínculos com a comunidade escolar. Da mesma forma, o investimento em planos de carreira e formação continuada é essencial para o aprimoramento permanente dos profissionais.
Os recursos públicos devem ser destinados ao fortalecimento da rede pública, à valorização dos educadores e à melhoria das condições de ensino e aprendizagem. Educação não deve ser orientada por interesses de mercado, mas tratada como um direito social fundamental da população.