Não sou favorável à adoção do modelo proposto. No entanto, caso venha a ser implementado, sugere-se que ocorra de forma piloto, gradual e temporária, com avaliação pública, transparente e independente de seus impactos pedagógicos, administrativos e nas condições de trabalho dos profissionais da educação. É fundamental assegurar a isonomia entre os profissionais, a formação continuada articulada às políticas da rede, bem como forte controle social e participação efetiva da comunidade escolar. Recomenda-se, ainda, que os resultados sejam analisados de maneira contextualizada, evitando comparações simplificadas entre unidades, e que o modelo não substitua investimentos estruturais na rede direta, atuando, se adotado, apenas de forma complementar e excepcional.
Não à privatização da educação. Valorizem os professores, invistam nas escolas e garantam condições dignas de trabalho e aprendizagem. Somente assim alcançaremos resultados efetivos e uma educação pública de qualidade.
A garantia da equidade, inclusão e o caráter público da educação, devem ser defendidas pelos contribuintes, por uma política pública de educação que façam valer estes princípios. Não ao modelo sugerido, as escolas públicas não podem correr o risco de serem alvo de especuladores, a educação não é mercadoria. Sabemos do excelente trabalho realizados pelas escolas municipais.
Esse modelo é um equívoco! Transferir verba pública para organizações privadas é mau uso da verba. Escola pública de qualidade se faz com investimento público e gestão pública e democrática, profissionais concursados e participação da comunidade.
A Educação nao deve ser vista como negócio, pois o lucro maior é o conhecimento..
Não sou favorável à adoção do modelo proposto. No entanto, caso venha a ser implementado, sugere-se que ocorra de forma piloto, gradual e temporária, com avaliação pública, transparente e independente de seus impactos pedagógicos, administrativos e nas condições de trabalho dos profissionais da educação. É fundamental assegurar a isonomia entre os profissionais, a formação continuada articulada às políticas da rede, bem como forte controle social e participação efetiva da comunidade escolar. Recomenda-se, ainda, que os resultados sejam analisados de maneira contextualizada, evitando comparações simplificadas entre unidades, e que o modelo não substitua investimentos estruturais na rede direta, atuando, se adotado, apenas de forma complementar e excepcional.
NÃO A PRIVATIZAÇÃO.
Não concordamos com o modelo e somos contra o mesmo!!!!!! NÃO À PRIVATIZAÇÃO!!!!!
Não à privatização da educação. Valorizem os professores, invistam nas escolas e garantam condições dignas de trabalho e aprendizagem. Somente assim alcançaremos resultados efetivos e uma educação pública de qualidade.
Não a privatização
A garantia da equidade, inclusão e o caráter público da educação, devem ser defendidas pelos contribuintes, por uma política pública de educação que façam valer estes princípios. Não ao modelo sugerido, as escolas públicas não podem correr o risco de serem alvo de especuladores, a educação não é mercadoria. Sabemos do excelente trabalho realizados pelas escolas municipais.
Esse modelo é um equívoco! Transferir verba pública para organizações privadas é mau uso da verba. Escola pública de qualidade se faz com investimento público e gestão pública e democrática, profissionais concursados e participação da comunidade.
Contra a privatização!
Totalmente contra a privatização