Claro. Destinar verba pública ao que é público.
Valorizar os profissionais da educação com salários dignos e com melhores condições de trabalho.
Aliás, o único item da proposta que achei positivo foi o limite de 40 alunos por turma até o 9o ano do Ensino Fundamental.
Na verdade, esse é um número a ser revisto, mas já é menor do que o que está em vigor.
Sim. Que tal começar valorizando os profissionais da educação, que estão adoecendo com salas lotadas, baixos salários, currículos impostos e Normativas, sem que os profissionais tenham se quer sido consultados. A educação está virando um negócio muito lucrativo para a prefeitura, que já terceirizou a alimentação e a limpeza. Só há cobranças, mas não há nenhum apoio pedagógico, emocional. Simplesmente lançam normativas e portarias sem ouvir o chão da escola, que são os professores, gestores , ATEs, agentes escolares.
Esse modelo não é transparente, não é público, não é democrático, não é viável. No Artigo 206, inciso VI, da nossa deixa claro que a "gestão democrática do ensino público, na forma da lei" é a garantia para um ensino de qualidade, garantindo a participação de pais, alunos, professores, gestores e comunidade nas decisões que envolvam aquele território escolar, com autonomia e transparência.
Educação público de qualidade já!!! Precisamos de valorização dos funcionários, concursos públicos e plano de carreira descente. Privatização não é solução, isso vai acabar com a educação. Parem de atacar os servidores!!!
O modelo proposto não atende sós interesses da comunidade escolar e sim de negócios lucrativos com recursos públicos. A exemplo do que aconteceu na saúde a privatização não resolveu o problema da oferta e melhoria da qualidade do atendimento. Mas garante a transferência de recursos públicos para o setor privado.
Claro. Destinar verba pública ao que é público.
Valorizar os profissionais da educação com salários dignos e com melhores condições de trabalho.
Aliás, o único item da proposta que achei positivo foi o limite de 40 alunos por turma até o 9o ano do Ensino Fundamental.
Na verdade, esse é um número a ser revisto, mas já é menor do que o que está em vigor.
Sim. Primeiramente não privatizar as escolas públicas e sim investir nelas e tb nos profissionais da educação.
Sim. Que tal começar valorizando os profissionais da educação, que estão adoecendo com salas lotadas, baixos salários, currículos impostos e Normativas, sem que os profissionais tenham se quer sido consultados. A educação está virando um negócio muito lucrativo para a prefeitura, que já terceirizou a alimentação e a limpeza. Só há cobranças, mas não há nenhum apoio pedagógico, emocional. Simplesmente lançam normativas e portarias sem ouvir o chão da escola, que são os professores, gestores , ATEs, agentes escolares.
Antes de vender o serviço, seria interessante tentar equiparar o salário dos profissionais de educação com os demais profissionais de nível superior.
Sou contra a privatização da gestão das escolas públicas porque educação não deve ser tratada como negócio.
NÃO. Sou contra.
Esse modelo não é transparente, não é público, não é democrático, não é viável. No Artigo 206, inciso VI, da nossa deixa claro que a "gestão democrática do ensino público, na forma da lei" é a garantia para um ensino de qualidade, garantindo a participação de pais, alunos, professores, gestores e comunidade nas decisões que envolvam aquele território escolar, com autonomia e transparência.
EXCLUSÃO DESSA PROPOSTA IMEDIATAMENTE. ESSA PROPOSTA NÃO ATENDE AOS INTERESSES PÚBLICOS
Educação público de qualidade já!!! Precisamos de valorização dos funcionários, concursos públicos e plano de carreira descente. Privatização não é solução, isso vai acabar com a educação. Parem de atacar os servidores!!!
O modelo proposto não atende sós interesses da comunidade escolar e sim de negócios lucrativos com recursos públicos. A exemplo do que aconteceu na saúde a privatização não resolveu o problema da oferta e melhoria da qualidade do atendimento. Mas garante a transferência de recursos públicos para o setor privado.