Processo de consulta pública
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meu parecer é não implementar nada que esteja atacando o direito das escolas serem democraticas e não serem terceirizadas com presença de pessoas que até podem ter qualificação teorica mas não conhecem as realidades das escolas, não são concursadas e vem como uma afronta ao serviço publico de qualidade e verdadeira para a sociedade.
melhoria real das condições de trabalho e do ambiente escolar com construção de mais unidades, diminuição da quantidade de estudantes por escola e ampliação de oferta de vagas, apoio real as dificuldades de aprendizagem advindas das dificuldades de acesso a outras políticas públicas como.saude, cultura, esporte, bem estar social, e a real articulação de tais políticas buscando efetivar o que a lei determina que bebês, crianças e jovens sejam a prioridade real do poder público.
Sugere-se a reavaliação do próprio modelo, priorizando o fortalecimento da Rede Municipal de Ensino por meio de investimento público direto, valorização das carreiras do magistério, formação continuada e gestão democrática. A melhoria da qualidade da educação pública exige políticas estruturantes e permanentes, e não a terceirização de sua gestão.
VALORIZAÇÃO dos profissionais e ESCUTA real das causas, condições e necessidades dos trabalhadores, estudantes e cidadãos para traçar planos reais de ação para melhoria da qualidade da educação, ao invés de propor projetos que só sucateiam as escolas e retiram dinheiro da administração pública. NÃO À PRIVATIZAÇÃO.
É recorrente o sucateamento intencional da escola pública como estratégia para justificar a privatização, criando artificialmente a ideia de ineficiência do serviço público. Soma-se a isso o ataque aos educadores e funcionários, com desvalorização profissional, precarização das condições de trabalho e responsabilização indevida pelos problemas estruturais.
Também preocupa a falta de compromisso político com uma educação pública de qualidade, marcada por cortes de recursos, ausência de planejamento de longo prazo e decisões orientadas por interesses econômicos, não pedagógicos.
Sugestões:
Fortalecer o financiamento público, valorizar educadores, garantir gestão democrática, transparência e participação da comunidade escolar. O caminho é investir e recuperar a escola pública, não entregá-la à iniciativa privada.
A minha sugestão é, parem de tentar sucatear o que já está respirando por aparelhos. Não, não e não sigam com essa idéia abominável!
Não concordo com o modelo. A escola pública é um direito que deve ser protegido! E é dever da prefeitura garantir integralmente este direito.
Valorizar a escola pública de qualidade significa investir em seus profissionais, com:
- Planos de carreira
- Melhores salários
- Formação continuada
- Fortalecimento das redes de apoio (saúde, assistência social e políticas públicas).
Enquanto sucateiam a educação, querem culpar os professores…
E a cidade? Alagada, ruas esburacadas, árvores caindo e quedas de energia trazendo incômodo e prejuízo para a população. Governar não é atacar quem educa, é cuidar da cidade e das pessoas.
Chega de descaso e perseguição! Prioridades precisam mudar.
Valorização real dos funcionários da educação, plano de carreira, formação, melhor condições de trabalho, autonomia pedagógica.