As pesquisas educacionais são consistentes ao sustentarem que a qualidade das escolas públicas dependem de políticas estruturais, redistributivas e democráticas, orientadas pela equidade e pela valorização do trabalho educativo, e não aquelas baseadas em privatização, competição ou padronização excessiva. Assim, a qualidade educacional aumenta quando há: valorização do trabalho docente, gestões escolares qualificadas, apoiadas por processos formativos e por mecanismos de participação da comunidade, investimentos maiores onde as vulnerabilidades são maiores, avaliações educacionais utilizadas de forma diagnóstica e articuladas a políticas de apoio às escolas, não para puni-las e ranqueá-las.
Para o modelo proposto aqui, não tenho nada a contribuir. Sugeri à SME e à PMSP discutir com as unidades escolares melhorias, ouvindo quem está no chão da escola.
- como funciona a gestão democrática nesse tipo de escola? por exemplo, haverá APM para monitorar e fiscalizar os investimentos realizados? Nos CEI parceiros tal instrumento inexiste.
- em conflitos entre a gestão e o corpo docente haverá os mesmos mecanismos para apuração das responsabilidades da rede pública ou, a critério do gestor, determinado trabalhador poderá ser dispensado sumariamente?
- por que serão cedidos os melhores e mais novos equipamentos de infraestrutura para as OS enquanto os prédios cacarecos ficam sob a gestão da rede direta?
Realizar mais concursos para que esa Gestão seja feita por funcionários de carreira.
Valorização dos funcionários, melhores condições de trabalho e a não adesão a esse modelo de privatização das escolas públicas.
A quem interessa a privatização das escolas? É isso que estão querendo fazer aos poucos e mascarando com nomes bonitos! A privatização ja se mostrou desastrosas em outros setores e não será diferente na educação! É preciso investimento e reconhecimento dos profissionais da rede e não de sucateamento da rede! Não à privatização!
Esse modelo cria uma rede paralela, aprofunda desigualdades entre escolas, enfraquece o controle social e abre caminho para a substituição gradual do servidor público por contratos precários e temporários.
A educação pública não pode ser tratada como laboratório de políticas neoliberais. Não aceitaremos a desresponsabilização do Estado nem o desmonte silencioso da Rede Municipal de Ensino.
A maior sugestão é nao ao implantamenti deste tipo de gestão. Vamos investir mais em uma escola pública e de qualidade
As pesquisas educacionais são consistentes ao sustentarem que a qualidade das escolas públicas dependem de políticas estruturais, redistributivas e democráticas, orientadas pela equidade e pela valorização do trabalho educativo, e não aquelas baseadas em privatização, competição ou padronização excessiva. Assim, a qualidade educacional aumenta quando há: valorização do trabalho docente, gestões escolares qualificadas, apoiadas por processos formativos e por mecanismos de participação da comunidade, investimentos maiores onde as vulnerabilidades são maiores, avaliações educacionais utilizadas de forma diagnóstica e articuladas a políticas de apoio às escolas, não para puni-las e ranqueá-las.
A maior sugestão é não implementar este modelo que vai prejudicar a educação pública na cidade de SP
Para o modelo proposto aqui, não tenho nada a contribuir. Sugeri à SME e à PMSP discutir com as unidades escolares melhorias, ouvindo quem está no chão da escola.
- como funciona a gestão democrática nesse tipo de escola? por exemplo, haverá APM para monitorar e fiscalizar os investimentos realizados? Nos CEI parceiros tal instrumento inexiste.
- em conflitos entre a gestão e o corpo docente haverá os mesmos mecanismos para apuração das responsabilidades da rede pública ou, a critério do gestor, determinado trabalhador poderá ser dispensado sumariamente?
- por que serão cedidos os melhores e mais novos equipamentos de infraestrutura para as OS enquanto os prédios cacarecos ficam sob a gestão da rede direta?
Realizar mais concursos para que esa Gestão seja feita por funcionários de carreira.
Valorização dos funcionários, melhores condições de trabalho e a não adesão a esse modelo de privatização das escolas públicas.
A quem interessa a privatização das escolas? É isso que estão querendo fazer aos poucos e mascarando com nomes bonitos! A privatização ja se mostrou desastrosas em outros setores e não será diferente na educação! É preciso investimento e reconhecimento dos profissionais da rede e não de sucateamento da rede! Não à privatização!
Esse modelo cria uma rede paralela, aprofunda desigualdades entre escolas, enfraquece o controle social e abre caminho para a substituição gradual do servidor público por contratos precários e temporários.
A educação pública não pode ser tratada como laboratório de políticas neoliberais. Não aceitaremos a desresponsabilização do Estado nem o desmonte silencioso da Rede Municipal de Ensino.
Sugestão: não aderir a este modelo.
A sugestão é: Não aderir ao modelo, e realizar mais concursos e convocações públicas.