Processo de consulta pública
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Sim. A principal contribuição é não adotar o modelo de privatização, pois ele representa um desserviço à educação pública. É necessário investir no fortalecimento da escola pública, com mais recursos, gestão democrática, valorização dos profissionais da educação e políticas que garantam qualidade, equidade e acesso universal, sem repassar recursos públicos à iniciativa privada.
Não implementar, dinheiro público não é para investir na iniciativa privada e sim nos equipamentos públicos , que os prédios novos sejam públicos com servidores públicos, não privados ou terceirizados, enquanto investe no privado deixa o público de lado fazem de propósito para a população pensar que o modelo público não presta que é precarização, invista no público
A principal sugestão é o fortalecimento da escola pública por meio do investimento direto da prefeitura, priorizando a valorização dos profissionais da educação, a melhoria da infraestrutura das unidades escolares e a ampliação de políticas pedagógicas inclusivas e equitativas.
Investir em formação continuada, redução do número de alunos por sala, valorização dos espaços escolares, equipes multidisciplinares e gestão democrática é o caminho mais eficiente e socialmente responsável. Experiências negativas de privatização na saúde, com unidades geridas por OS enfrentando denúncias de falta de transparência e precarização do atendimento, evidenciam que o setor privado não deve assumir funções essenciais do Estado.
A educação pública deve permanecer sob responsabilidade direta do poder público, com compromisso social, equidade e garantia de direitos — e não submetida à lógica do mercado.
A sugestão é a de se valorizar a escola pública e os funcionários nela existentes, e retirar essa proposta de privatização.
Como contribuição, sugere-se a suspensão da implementação do modelo até que haja amplo debate com a comunidade escolar, revisão da proposta à luz dos princípios da gestão democrática e da educação pública de qualidade, fortalecimento do papel dos conselhos escolares e do projeto político-pedagógico, investimento na valorização dos profissionais da educação, garantia de autonomia pedagógica das unidades, transparência nos critérios e objetivos do modelo, e a construção de políticas que enfrentem as desigualdades educacionais com base nas realidades dos territórios, e não em lógicas administrativas ou de mercado.
Sem necessidade de privatização da educação, pública é e deve continuar,continuar pública, sem envolvimento de entidades e sim maior valorização e aplicação dos recurso da educação na educação.
Ninguém quer este modelo que instiga a precarização da educação pública!
Sou frontalmente contra entregar a educação pública à iniciativa privada. Educação é direito constitucional, não mercadoria. A atual gestão da Secretaria Municipal de Educação já demonstra incapacidade, negligência e perseguição a profissionais concursados que, mesmo em condições precárias, se dedicam com ética e compromisso. Em vez de valorizá-los, marginaliza-os para abrir espaço a empresários sem formação educacional, movidos por lucro, não por aprendizagem.
A privatização não melhora nada: sucateia ainda mais o ensino nas periferias, permite corrupção e abre caminho para doutrinação ideológica, religiosa ou política. Se quisesse melhorar a educação, a prefeitura abriria concursos, investiria em formação e respeitaria quem já está na sala de aula.
Nossas escolas não estão à venda. Isso é inegociável.
Não implementar.
O que impacta na qualidade da educação não é ela ser pública, ou privada, civil, ou militar. É investimento em infraestrutura e qualificação dos professores.
A iniciativa privada só quer espremer até a última gota de lucro possível
Sentimos a necessidade do fortalecimento dos servidores públicos, ao contrário do que temos vivido. Atualmente nos deparamos com discursos que colocam em dúvida a seriedade da escola pública, que levam grande parte da população a acreditar que servidores públicos, no caso da escola, não são bons professores o que desencadeia inúmeras violências que presenciamos diariamente. Precisamos de apoio do governo, do reconhecimento do nosso trabalho e de mais concursos para os cargos vagos. Nos últimos anos tivemos mais profissionais contratados do que a efetivação de concursados, mesmo com concurso vigente. Não é considerável aceitar essa situação.