Processo de consulta pública
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Acredito que não devemos pensar em mudanças estruturais, mas em potencializar o modelo existente por meio de mais formações, maior autonomia para contratação de serviços conforme as necessidades da comunidade escolar, ampliação de recursos físicos, materiais e humanos, além da realização de concursos públicos e do fortalecimento de benefícios para profissionais e estudantes.
As sugestões não aderem ao modelo, porque elas são as seguintes:
Priorizar investimento público qualificado
Países com melhores desempenhos educacionais — como Finlândia e outros países nórdicos — não privatizaram suas escolas; investiram estrategicamente em educação pública universal e equitativa.
Fortalecer a gestão pública democrática
A gestão pública, quando bem planejada, pode:
Promover equidade e inclusão;
Criar redes colaborativas entre escolas;
Sustentar carreiras docentes de longo prazo;
Evitar a mercantilização da educação;
Integrar educação com políticas sociais.
Aprimorar políticas de formação e avaliação
Melhorar indicadores pedagógicos não passa por privatização, mas por formação continuada docente, avaliação criteriosa e apoio pedagógico estruturado, com foco em experiências consolidadas de educação de qualidade.
Esse modelo é equivocado. O dinheiro público gerado pelo pagamento de impostos do contribuinte deve retornar ao munícipe em forma de serviços públicos e gratuitos com qualidade. Os estudantes são sujeitos de direitos de educação pública com qualidade. Os processos seletivos dos profissionais devem continuar acontecendo por meio de concursos que são instrumentos de inserção no mercado de trabalho que oportunizam a todos os profissionais o ingresso na sua área de trabalho de maneira justa.
Deixo aqui registrado minha oposição a este modelo. Uma escola de qualidade tem q ter uma gestão democrática garantindo a participação de toda a comunidade escolar. Precisamos garantir as nossas crianças a qualidade dentro da escola pública e jamais transferir as verbas para o setor privado.
Os profissionais da educação municipal de São Paulo são de excelência, não necessitam de setores privatizados para ajudarem e/ou orientarem em seu trabalho. A gestão pública tem verba suficiente para melhorar a qualidade de ensino (materiais pedagógicos adequados, manutenção adequada das unidades escolares, mobiliários novos etc). O que falta é uma escuta por parte dessa gestão e uma real administração democrática. NÃO A PRIVATIZAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS.
Manifesto minha oposição ao modelo de gestão proposto, pois acredito em uma escola com gestão democrática, que garanta a participação e a escuta de toda a comunidade escolar. O modelo apresentado não assegura espaços reais de diálogo e decisão coletiva, o que enfraquece a autonomia da escola e o princípio da gestão democrática.
o modelo proposto tende a produzir prejuízos econômicos e educacionais, afastando-se dos princípios constitucionais da gestão democrática e da responsabilidade do Estado com a educação básica. O fortalecimento do Ensino Fundamental exige investimento direto na rede pública, valorização dos profissionais da educação e ampliação do diálogo com a comunidade escolar, e não a transferência de responsabilidades centrais para entidades privadas, ainda que sem fins lucrativos.
Comprem as escolas e as mantenham públicas. Chega de intermediários!
Defender a Educação pública municipal é nosso dever enquanto cidadãos, é defender a presença ativa do poder público naquilo que é sua obrigação legal. È garantir que nossas políticas educacionais não sejam jogadas na mão de iniciativas privadas que só se interessam pela politicagem e dinheiro público. Abandonem essa idéia, essa é a sugestão.
Essa ideia de privatizar ou de fazer parcerias com empresas, ONGs ou OSCs para as escolas não deve seguir em frente. As escolas são públicas e devem seguir desenvolvendo seu trabalho com servidores públicos concursados, trabalhando e sendo valorizados.