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Respostas abertas (724)


Fora do período de participação
  • Nancy Juozapavicius Catarino

    Desconsiderar o anterior e considerar está:
    A escola pública precisa continuar sendo pública — viva, presente e comprometida com a comunidade que atende. Isso passa, necessariamente, pelo trabalho de servidores concursados, que conhecem o território, constroem vínculos e sustentam o cotidiano escolar. A terceirização não é o caminho.

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    • Nancy Juozapavicius Catarino

      You said:
      Reescrever com meu estilo
      escola pública deve continuar pública e funcionando com o trabalho de servidores concursados para o atendimento à comunidade escolar. O modelo de terceirização não deve ser considerado, mas sim o aprimoramento contínuo da escola que temos com diálogo, ética, princípios de gestão democrática, considerando a laicidade e equidade além das concepções que envolvem a integralidade e especificidades das regiões e dos cidadãos de toda a nossa cidade.
      ChatGPT said:
      Claro, Nancy. Reescrevi mantendo um tom firme, humano e reflexivo, mais próximo do seu jeito de escrever — sem juridiquês excessivo, mas com densidade ética e política:

      A escola pública precisa continuar sendo pública — viva, presente e comprometida com a comunidade que atende. Isso passa, necessariamente, pelo trabalho de servidores concursados, que conhecem o território, constroem vínculos e sustentam o cotidiano escolar.

      A terceirização não é o caminho.

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      • Leyara

        Deve-se fortalecer a escola pública com mais investimentos na formação e qualificação dos profissionais e na infraestrutura dos espaços, melhorando condições de trabalho e estudo. Reduzir a educação a uma lógica mercadológica é um grande equívoco. A educação deve ser pública e pautada em uma gestão democrática, envolvendo a comunidade ao entorno, as famílias, os estudantes e os profissionais. O principal objetivo da escola é a formação cidadãos e isso deve ser gerido pelo Estado e não por instituições privadas ainda que se dizem sem fins lucrativos.

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        • Daniel dos Santos Chagas

          É inadmissível que essa pergunta seja feita, sem antes haver uma consulta sobre o que a sociedade pensa sobre privatização da gestão escolar!
          A grande questão é que a comunidade escolar NÃO ACEITA A IMPLANTAÇÃO DESSE MODELO NEFASTO!
          Queremos a escola pública gerida com a transparência e as reais e legais intenções que precisamos, a fim de atender a sociedade por meios que sustentem a EDUCAÇÃO como DIREITO de todos!
          A "gestão" deve estar alinhada aos interesses e necessidades da comunidade de que atende, desvinculada de interferências que intencionem o lucro ou qualquer projeto que minimamente queira atender fins comerciais (incluindo ONGs).

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          • Wagner Arnoni

            Sim, a principal é que o que é público não deve ser entregue ao privado. Mesmo com a promessa de melhores resultados. É necessário fazer uma devassa nessas empresas. Sim, são empresas, talvez de algum amigo, que visam enriquecer usando o estado. A constituição é clara, é função dele promover o bem estar coletivo. Mesmo existindo uma lei federal que sabemos que foi a brecha criada para o privado se apropriar do que é público. Essa lei deveria ser vetada.

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            • Luciana Trindade Lima

              A melhoria da educação municipal deve ocorrer pelo fortalecimento da escola pública, com investimento em profissionais, infraestrutura e gestão democrática. Privatizar a gestão não resolve os problemas estruturais da educação e desresponsabiliza o poder público.

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              • Monica

                O modelo de terceirização não deve ser considerado, mas sim o aprimoramento contínuo da escola que temos com diálogo, ética, princípios de gestão democrática, considerando a laicidade e equidade além das concepções que envolvem a integralidade e especificidades das regiões e dos cidadãos de toda a nossa cidade. A escola pública deve continuar pública e funcionando com o trabalho de servidores concursados para o atendimento à comunidade escolar.

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                • Erika Estevão

                  Assim como a SME SP somou esforços na elaboração de seu tão estimado currículo da cidade utilizando o conhecimento de especialista da própria rede e colaboração de profissionais capacitados engajados com educação, esse mesmo esforço deve ser usado neste momento. Há na na rede e SME profissionais competentes que podem contribuir para que a educação não seja jogada na lava da história. Se o objetivo da prefeitura como escopo principal é de emburrecer a população o caminho é privatizar ou parceira público privada, através de OSC, ONG, e afins

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                  • Carina Gotardelo Ferro da costa

                    Esse modelo não deve ser implantado, ele fere a legislação da educação e os direitos dos trabalhadores. É um absurdo sequer a prefeitura propor algo desse tipo.

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                    • Washington Almeida Souza

                      Não sei como tem coragem de propor algo tão nefasto, não vejo modelo de privatização que deu certo. Empresas privadas visam apenas o lucro, não há o menor compromisso com o serviço publico. Me me parece que e Prefeito e a favor do do enriquecimento destas empresas com os recursos públicos. Sugiro que ao invés de entregar a verba da Educação para a Inciativa Privada invista esta verba nas escolas, infraestrutura, materiais pedagógicos, formação dos profissionais, melhores salários. Chega de entreguismos. Quem realmente precisa dos Serviços Públicos, sabem que este modelo de entreguismo representa um grande atraso.

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