Processo de consulta pública
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Sou contra a privatização da escola pública. O debate deve ser sobre como fortalecê-la, garantindo seu papel na promoção da igualdade de oportunidades e no desenvolvimento das crianças. A educação pública é um direito constitucional, inclusivo e essencial, pois acolhe, alimenta, oferece apoio, atividades complementares, segue diretrizes nacionais e permite a participação da comunidade. Privatizar transforma um direito em mercadoria, prioriza interesses financeiros, enfraquece a rede pública e compromete a qualidade da educação. Só há perdas com esse modelo.
A gestão privada elimina o princípio da gestão democrática, descaracteriza o projeto pedagógico, submetendo o currículo e o atendimento aos alunos a indicadores de produtividade empresarial que não refletem a formação cidadã necessária. Não vejo potencialidade nessa proposta
Proposta equivocada. Educação é atuação estratégica e indissociável do estado.
A gestão da escola pública não pode se tornar objeto de barganha política. Precisa de servidores capacitados e compromissados, por isso, fruto de carreiras profissionais apoiadas na formação, no mérito e no tempo de trabalho.
Concordo!
Manifesto total discordância em relação à proposta apresentada, que caminha no sentido da precarização da Educação Pública. A iniciativa indica a terceirização da atividade-fim da gestão escolar, o que contraria diretamente os princípios de uma gestão pública, democrática e comprometida com o interesse coletivo. A proposta não apresenta avanços ou benefícios concretos, apenas representa um retrocesso significativo, com o enfraquecimento e a desvalorização do serviço público educacional.
Sou contra a proposta, visto que temos gestores competentes (servidores públicos) com conhecimento da realidade das escolas e com maior capacidade de gerir as nossas escolas.
Escola Pública deve ser ministrada por funcionários públicos qualificados que existem muitos e que saibam e vivenciam os desafios e soluções do chão da escola. Sou contra a privatização da gestão das escolas públicas. Uma boa gestão vai muito além de resultados numéricos, pois lidamos no dia a dia com vidas de seres humanos com demandas variadas.
Sou completamente contra a proposta que aponta para a precarização da Educação Pública. O modelo proposto sinaliza para a terceirização da atividade fim de gestão escolar, o que vai diretamente contra ao princípio de uma gestão pública e democratica. Não há nehuma potencialidade na proposta, apenas retrocesso, fragilização e deteriorização do serviço público.
Sou totalmente contra qualquer tipo de privatização, quer seja da gestão ou dos servidores como funcionários. Primeiro que terceirizar a gestão vai contra todas as leis deste país, principalmente contra a nossa Constituição Federal que preconiza que a educação pública deve ser gratuita, laica, de qualidade, inclusiva e que é dever dos governantes ou seja do poder executivo, cumprir essa determinação, e quem não a cumpre é passível de punição. Quem é da educação e diretora de escola, sabe a precarização que estamos enfrentando. No ano passado nós tínhamos 2 ATEs ( antigo cargo de inspetor de alunos) para controlar mais de 300 crianças nos recreios, ajudar os professores de educação física na subida e descida dos alunos até a quadra, atender os outros professores com os materiais pedagógicos e não tinha quem atendessem a secretaria. Ao ser questionada a diretora regional daqui da zona sul me respondeu que eu, deveria " gerir os recursos humanos da unidade" ao que eu respondi; quais.
As potencialidades e os desafios do modelo devem ser analisados de forma crítica. Embora o discurso da privatização das OSCs costume destacar maior eficiência e agilidade na gestão, o modelo atual tem demonstrado sérios problemas. Na prática, ele evidencia o quão frágil é o controle sobre o uso do dinheiro público, facilitando desvios de recursos e reduzindo a transparência.
Além disso, observa-se com frequência a precarização dos serviços prestados, com baixa qualidade no atendimento e incapacidade de garantir, de forma efetiva, os direitos dos cidadãos. Assim, o modelo vigente de privatização dos serviços públicos por meio das OSCs não tem cumprido sua função social, priorizando interesses administrativos e financeiros em detrimento do acesso universal e da qualidade dos serviços públicos.