Processo de consulta pública
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O modelo não deve ser implantado pois ele não irá ter resultado positivo porém será mascarado e os estudantes de escola pública e a população em geral será ainda mais prejudicado. A Prefeitura precisa investir em formação adequada, salário digno, recursos necessarios e menor número de alunos emm sala de aula, isso sem trará melhoria para a educação.
Nenhum. A prefeitura de e arcar com todos os custos do alunos.
O cuidado de NÃO implementar esse modelo. Trata-se de um modelo que afeta diretamente a possibilidade de que a unidade escolar tenha uma gestão democrática, de que não precise camuflar dados para se ajustar as expectativas da gestão, de que evite uma lógica em que somente o lucro seja considerado. Nesse modelo que se propõe parece demonstrar que as pessoas que não podem pagar escola devem ser sempre tuteladas por uma empresa, devem se submeter a toda uma lógica empresarial e ainda agradecer. Sendo que o custeio é do Estado. Então, o Estado deve assumir esse compromisso com educação laica, democrática, inclusiva, para todos.
Nenhum, pois não deve ser cogitado a privatização. Parem de vender SP!!!
O modelo privado de gestão sequer deve ser cogitado!
Concordo PLENAMENTE.
Na eventual implantação desse modelo (que não é adequado), o cuidado central deve ser impedir que a escola pública seja capturada por interesses privados. É preciso barrar qualquer transferência real de poder às entidades gestoras e rejeitar a submissão da educação a lógicas empresariais de metas, desempenho e lucro. Deve-se enfrentar a padronização imposta de fora, que esvazia a autonomia pedagógica e ignora as realidades dos territórios, e garantir a gestão democrática contra decisões tecnocráticas e opacas. Também é fundamental exigir transparência total nos contratos e denunciar qualquer forma de privatização indireta que fragmente a rede e aprofunde desigualdades. O cuidado maior é não permitir que a escola pública seja transformada em laboratório de negócios. O que é muito difícil no processo de privatização, como exemplo temos a privatização da companhia de energia, atual Enel, e a Sabesp como prova de que a privatização não é o caminho. Para o mercado apenas o lucro importa!
Privatização não é a solução, é necessário aumentar o apoio a quem já gere a escola pública a anos e entende claramente as necessidades de seu território.
Brilhante argumento. Concordo com você.
A gestão das escolas deve ser pública, pois a educação é um direito social garantido pelo Estado.
Cabe ao poder público administrar as instituições de ensino com transparência e responsabilidade.
A gestão pública assegura que as decisões sejam tomadas em benefício da coletividade.
Ela permite maior controle social e participação da comunidade escolar.
Além disso, garante o uso adequado dos recursos públicos.
A administração pública busca promover igualdade de acesso e qualidade no ensino.
A escola pública deve atender a todos, sem discriminação.
Assim, a gestão pública fortalece a educação como um bem comum da sociedade.
A fiscalização das tais entidades parceiras tem que ser feita sem influências políticas
O modelo não deve ser implentado, o que se deve fazer é traçar, juntamente com os sindicatos, as medidas a serem implementadas para que haja de fato uma mudança significativa, privatizar a gestão da escola pública é um retrocesso que irá precarizar o fazer pedagógico e plural no cotidiano da comunidade escolar. Na mesa de negociações os sindicatos já pontuam há anos o que é necessario para a melhoria da educação pública, porém, tais ações não vem sendo consideradas.