Processo de consulta pública
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Sequer deve ser cogitada a implementação desse modelo.
Um dos principais riscos está no fato de que gestores que não são concursados tendem a se tornar massa de manobra da gestão central, situação já amplamente vivenciada nos cargos de indicação política. A ausência de estabilidade fragiliza a autonomia do gestor, comprometendo sua capacidade de tomar decisões pedagógicas e administrativas em defesa da comunidade escolar, e não de interesses externos ou conjunturais.
A escola pública possui especificidades sociais, culturais e pedagógicas que não podem ser compreendidas sem vivência concreta no chão da escola. Muitos dos proponentes desse modelo jamais atuaram ou sequer conheceram de perto a realidade cotidiana dessas unidades, o que resulta em decisões descoladas da prática e da real necessidade dos estudantes, professores e equipes gestoras.
Este modelo não deve ser implementado em hipótese alguma, pois representa um grave retrocesso para a educação pública. Ele desconsidera a realidade da rede municipal, ignora a história construída coletivamente ao longo dos anos e ameaça os princípios constitucionais da educação pública, gratuita e de qualidade. O caminho não é a privatização da gestão, mas sim o fortalecimento da escola pública por meio de investimentos adequados, valorização dos profissionais e políticas públicas sérias, comprometidas com o direito à educação e com a justiça social.
O modelo não deve ser implantado, pois é privatista. A gestão pública não pode ser entendida como apenas fiscalizadora. Cabe à Prefeitura municipal atuar como agente promotora de um ensino de qualidade, não como mera gestora de planilhas.
O modelo privatizante macula os fundamentos de educação pública de qualidade desviando esse desafio para mercado e lucro. O modelo privatista é absolutamente incompatível com formação crítica e democracia.
Nenhum,pois sou contra a implementação.
Sou contrária a proposta. Somos capazes de dar educação de qualidade para TODAS as crianças, precisamos de suporte, o secretário precisa ouvir a rede, privatizar leva a escolas a funcionarem na lógica de uma empresa, empresas visam lucro, já estamos vendo isso com alguns serviços oferecidos dentro das escolas, os funcionários da limpeza e da merenda que são terceirizados, sofrem com salários baixos, que muitas vezes são pagos com grande atraso, sobrecarga de trabalho nas escolas, falta de funcionários oferecidos pelas empresas, essa lógica de precarização do trabalho e lucro compromete o serviço oferecido, logo quem perde são os estudantes.
A administração da educação pública deve exclusiva dos servidores públicos municipais contratado através de concurso publico. A iniciativa privada deve ficar de fora
A gestão da educação pública deve ser uma competência exclusiva dos servidores públicos municipais, garantindo que a educação seja um direito público e não um produto comercializado por empresas privadas.
Nenhum novo cuidado, pois não deve ser implantado novo modelo. Iria diminuir a quantidade da educação
Nenhum, pois sou contra a nova implantação do modelo