Processo de consulta pública
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Manifesto-me contrariamente à proposta de privatização da gestão das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) no município de São Paulo, por entender que tal medida representa um grave retrocesso na política educacional, comprometendo a qualidade do ensino, a equidade social e o direito constitucional à educação pública.
A gestão pública da educação, realizada por servidores concursados, garante continuidade pedagógica, estabilidade institucional, compromisso com o interesse coletivo e controle social. O ingresso por concurso público assegura critérios técnicos, impessoalidade e transparência, além de proteger a escola de interferências políticas, econômicas ou mercadológicas.
A substituição dessa gestão por contratos privados fragiliza a escola pública ao introduzir uma lógica de mercado em um direito essencial. A educação não pode ser tratada como produto nem submetida a metas financeiras que frequentemente priorizam redução de custos em detrimento da qualidade do ensino.
A escolha deve ser feita em escolas públicas que já dão certo. A média colocada no documento é resultado de muitas escolas, que estao sem recursos e mesmo assim, a media é muito parecida. Existem escolas excelentes publicas, geridas por otimos profissionais que tiraram nota igual ou ate superior a escola modelo citada. Ate mesmo com melhor aprovacao por parte da comunidade. Essas escolas também deveriam ser citadas no documento. Esses diretores precisam ser destacados e usados como exemplo. Esse é o tipo de política justa, que seria respeitada pela comunidade escolar.
O modelo não deve ser implantado, sob hipótese alguma, pois não apresenta nenhum benefício à comunidade escolar.
Escola pública de qualidade se faz sem privatização, com e para o público . NÃO A PRIVATIZAÇÃO
Esse modelo não deve ser adotado!
Escola pública é direito do povo
Não à privatização
Educação não é mercadoria
Sou contrário à proposta, uma vez que esse modelo já foi implantado em outros países e não deu certo. A lógica de resultados do setor privado é baseada na seleção dos alunos, seja pela necessidade de inscrição (seleção dos mais interessados), seja pela eliminação dos mais excluídos. A educação é um direito e direitos só podem ser assegurados pelo sistema público. A escola não é uma empresa, tampouco a educação é uma mercadoria. Prova disso é que a privatização de escolas mundo afora não fez com que os estudantes aprendessem mais ou melhor. Ao contrário, o que se viu foi o aprofundamento da exclusão, a exemplo das escolas autônomas nos Estados Unidos. Para fins de aprofundamento das discussões acerca da privatização da gestão das escolas, a medida de resultados baseada apenas nos testes padronizados e a responsabilização sugiro as deguintes leituras: Christian Laval (2019); Diane Ravitch (2011); Luis Carlos Freitas (2024).
Não deve ser nem cogitado! Preocupem-se em melhorar a escola público, ampliar o quadro de funcionários das escolas, fortalecer a rede de ´proteção e aumentar os recursos financeiros da rede direta.
A transferência da gestão para entes privados compromete a gestão democrática, o controle social, a valorização dos profissionais e a garantia do direito à educação com equidade. Os esforços devem se concentrar no fortalecimento da rede pública, com investimento direto, valorização dos educadores e participação efetiva da comunidade escolar, e não na terceirização da gestão educacional.
Não à privatização!!!
Não deve ser adotado o modelo, pois a terceirização das escolas municipais pode acabar trazendo vários problemas para a educação pública. Quando a gestão passa para empresas, existe o risco de a escola deixar de ser vista como um direito e passar a funcionar mais com lógica de economia e lucro. Isso costuma pesar principalmente sobre os professores, com contratos mais frágeis, salários menores e muita troca de profissionais, o que atrapalha o vínculo com os alunos e a continuidade do trabalho pedagógico. Também pode rolar menos liberdade para a escola decidir seus caminhos, tudo ficando mais engessado e padronizado, sem levar tanto em conta a realidade da comunidade. Além disso, fica mais difícil acompanhar e fiscalizar como o dinheiro público está sendo usado. No fim das contas, esse modelo tende a gerar instabilidade e a piorar desigualdades, prejudicando justamente quem mais precisa da escola pública.
Não a privatização. O serviço público não deve ser terceirizado!