Processo de consulta pública
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Não deve ser adotado este modelo. O serviço será precarizado!
Não queremos que a gestão da educação pública seja terceirizada! Há diretores concursados para isso. Esccola pública não é empresa!
Não queremos que a gestão da educação pública seja terceirizada! Há diretores concursados para isso. Esccola pública não é empresa!
Não deve haver implantação alguma. Se há problema na gestão ou falta de festores, chame os concursados, abra novos concursos ou ofereça formação em gestão pública aos professores. A escola pública não é empresa!
A implantação do modelo requer uma atenção e cuidados significativos. Primeiramente porque ofertar a administração de serviços públicos à OSC irá interferir diretamente em legislações e estatutos existentes. Outra questão relevante é a necessidade de maior transparência na forma como será proposta a administração, zeladoria e manutenção das escolas por estas instituições, como também como se dará a administração dos funcionários e servidores que trabalharão nestes locais. A minuta apresentada não apresenta nem estas nem outras questões pertinentes, deixando muito vago, impreciso e vulnerável esse processo.
O modelo é ineficiente e não deve ser adotado
Mesmo que se prevejam controles e transparência, a privatização da gestão dificilmente garante a gestão democrática, a valorização dos profissionais e a equidade, fragilizando o papel do Estado e o caráter público da escola, que deve permanecer sob responsabilidade direta do poder público.
O modelo NÃO DEVE ser adotado, pois a cidade de São Paulo tem condições de propor políticas públicas a partir de uma gestão democrática que dê conta dos desafios da educação.
O modelo não teve ser implementado, tem que valorizar o serviço público da cidade.
O modelo NÃO deve ser implantado.
Esse modelo NÃO deveria ser implantado
Não se deve implantar nenhum modelo que trate a educação como mercadoria voltada à geração de lucro para empresas privadas. A educação é um bem público e um investimento direto no cidadão e, por isso, deve ser garantida e executada pelo poder público, neste caso, pela prefeitura. Basta observar a diferença na qualidade do atendimento educacional entre as creches conveniadas, submetidas a processos de privatização, e as unidades públicas diretas para compreender os impactos desse modelo. A lógica do lucro tende a comprometer as condições de trabalho, a qualidade das propostas pedagógicas e o direito das crianças a uma educação pública, gratuita e socialmente referenciada.