Processo de consulta pública
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O modelo apresentado já foi tentado em outras nações e se mostrou desastroso, seria pouco inteligente adotarmos um modelo que foi considerado notoriamente fracassado e obrigou os sistemas a voltarem ao modelo que melhor atende aos princípios da educação pública democrática, gratuita e de qualidade.
Discordo dessa implantação. Esse modelo não é positivo para nossa educação.
Não deve ser implantado esse modelo.
O documento apresenta uma única justificativa quanto a essa mudança de gestão, que são os números de uma avaliação externa e o questionário com os pais também não tem comparativo com as demais escolas. Sendo que os índices da média das escolas da prefeitura também apresentam melhoras. Parece que querem apenas uma brecha para injetar dinheiro público nas organizações privadas, o documento não apresenta nada que efetivamente melhore as condições de trabalho, como a diminuição de estudantes em sala de aula por exemplo, também não esclarece o que efetivamente melhoraria para a rede municipal de ensino. Ensino de qualidade já existe, o que precisa é melhorar as condições de trabalho nas escolas, é isso não está garantido com essa mudança.
Reintero meu descontentamento por esse tipo de gestão. Se faz necessário um amplo debate com toda a comunidade escolar e não apenas uma consulta pública. Deve-se levar em consideração a opinião de toda comunidade educativa composta por pais, professores, gestores, alunos, funcionarios da limpeza, cozinha, ATEs...
NÃO CONCORDO COM O MODELO APRESENTADO, a escola deve ser DEMOCRATICA e não deve se associar a empresas privadas, pois tira a autonomia dos Colegiados compostos pela comunidade escolar. É UM RETROCESSO NA EDUCAÇÃO
Seria necessário um amplo debate com a população e com os servidores municipais atuantes na educação, não apenas uma consulta pública online de poucos dias. A pergunta que se coloca é: essa é, de fato, uma demanda das famílias, estudantes e profissionais da rede municipal? Onde fica o princípio constitucional da gestão democrática?
São vários os cuidados, o primeiro é considerar a voz do público que frequenta a escola, os alunos, as famílias e professores, a escola deve ser democrática. Como colocar a gestão nas mãos de empresas privadas que priorizam o lucro acima da qualidade da educação e das necessidades da escola? Outro cuidado é com a valorização dos profissionais, não somente os professores, mas também os da cozinha e limpeza, tanto em quantidade de funcionários quanto em horas trabalhadas.
Considero a proposta pouco eficaz, dada a diversidade de contextos sociais e econômicos, que não seriam resolvidos pela substituição do modelo de gestão das escolas.
Reafirmo a contrariedade ao modelo proposto e, caso ele avance, é necessário alertar para cuidados mínimos que evidenciam seus riscos: o Estado deve manter controle total sobre as diretrizes pedagógicas, o currículo e os recursos; garantir gestão democrática com participação da comunidade escolar; assegurar transparência e fiscalização rigorosa; e proteger os direitos e a valorização dos profissionais da educação, evitando precarização e exclusão. Ainda assim, tais medidas não eliminam os problemas estruturais do modelo, que fragiliza a educação como política pública e reforça a defesa de uma gestão integralmente pública.