Processo de consulta pública
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Se esse modelo for mesmo para frente, a gente tem que ter um cuidado redobrado para não deixar o ensino público virar um balcão de negócios, começando por uma seleção rigorosíssima da organização parceira, que precisa provar capacidade técnica e pelo menos três anos de experiência real no ensino fundamental. O ponto principal é não permitir que a escola vire um "entra e sai" de professor; tem que ter um plano concreto para segurar o corpo docente e garantir a assiduidade, senão a continuidade pedagógica vai para o ralo. Além disso, a prefeitura não pode soltar a rédea: o acesso dos alunos tem que continuar sendo estritamente por georreferenciamento para evitar qualquer tipo de seleção "privada", e o Currículo da Cidade precisa ser seguido à risca, com supervisão constante. A gestão democrática lá dentro também é inegociável, com o Conselho de Escola e o Grêmio funcionando com autonomia de verdade para fiscalizar a organização. E, para não atropelar quem já é da rede.
O cuidado é a Educação Pública continuar como pública, pois o conhecimento/ Educação nao é negócio.
Na eventual implantação do modelo, é fundamental assegurar a preservação do caráter público da educação, o alinhamento rigoroso ao Currículo da Cidade, a valorização e estabilidade do trabalho docente, e o fortalecimento da gestão democrática. Devem-se evitar a lógica de mera responsabilização por resultados, garantir equidade entre as unidades da rede, assegurar transparência no acompanhamento das parcerias e avaliar continuamente os impactos pedagógicos, para que eventuais ganhos não ocorram à custa da qualidade, da equidade e dos direitos educacionais
Não devemos entregar na mão de empresários que só visam lucro😡 educação não é mercadoria
Sou totalmente contra esse modelo de gestão. Não haverá comprometimento com a educação pública, e sim com a contenção de gastos para gerar lucro. quem perderá é o cidadão.
Não concordo com a adoção do modelo de gestão escolar por meio de terceirização, uma vez que ele pode fragilizar princípios fundamentais da educação pública, como a gestão democrática, a autonomia pedagógica e a responsabilidade do poder público. Há o risco de que interesses administrativos ou financeiros se sobreponham às necessidades pedagógicas e formativas dos estudantes, comprometendo a qualidade do ensino. Além disso, esse modelo pode gerar instabilidade nas equipes escolares, alta rotatividade de profissionais e enfraquecimento do vínculo com a comunidade, impactando negativamente o processo educativo e o projeto político-pedagógico da escola.
Não a privatização
Ao se entregar verba pública à terceiros não há cuidado que se possa ter para garantir o comprometimento com a educação pública, laica, que busca a equidade. A educação passa a ser negócio, visar o lucro, perde-se o princípio básico do serviço como direito do cidadão.
Totalmente contra esse modelo de gestão. Gestão por servidores públicos para garantia da lisura dos investimentos e a qualidade dos serviços prestados.
Excelentes observações!
A Educação Pública, jamais deve deixar de ser pública. Movimentos que geram desvios de verbas públicas, direito não garantido e exclusão, não devem ir para frente.
Contra a privatização! Não podemos depender de empresas que visam somente o lucro para gerir algo tão importante para a sociedade.
Contra a privatização