Processo de consulta pública
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Os concursos públicos são a melhor forma de valorizar o professor e a gestão. Com isso, evita-se o clientelismo e a mercantilização das relações e processos. Escola deve ser pública e administrada pela competência de seus profissionais através de concursos que validem essas competências e não ficar refém da vontade do executivo que é rotativo e provisório.
Não implantar o modelo. Será péssimo para os estudantes, as famílias e para a cidade. É, apenas, uma forma de transferir dinheiro do contribuinte para o setor privado. Não à gestão privada.
Não deve ser implantado este modelo, isso não deveria nem estar sendo cogitado!
A implantação do modelo é o problema. Não deve ser implantado. EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA. A atual gestão quer apenas repassar verbas públicas para seus parceiros. Vejo está proposta como um grande desvio de verbas, sem ganho real para os alunos.
O cuidado deve ser a não implantação do modelo.
Este modelo é destrutivo. Verdadeiro desvio de verbas públicas ora interesses privados.
Devemos valorizar e dar condições para os servidores públicos atuarem .autonomia para as escolas respeitando as decisões dos colegiado das escolas e dando apoio às solicitações das direções das escolas.
Uma SME que boicota o trabalho nas escolas não pode culpabilidade os servidores pelos problemas que não age para resolver.
Como mãe que tem filhos na rede pública, não concordo com a implantação desse modelo, toda rede deve se manter através de concursos, não deve privatizar, para não se tornar um espaço muito frio, sem equidade e empatia.
O cuidado é a Educação Pública continuar como pública, pois o conhecimento/ Educação nao
Esse modelo não deve ser implementado. Temos que cuidar da nossa educação. Não a privatização!
O principal cuidado a ser observado é a sociedade impedir que a educação, direito universal, continue sendo público.
O modelo não deve ser implementado, pois há muitos riscos de corrupção, desvio de verbas, fav orecimento político e prejuízo na qualidade da educação das crianças e adolescentes. Como ja comprovado, muitas destas organização estão lígadas à políticos, à instituições religiosas, à empresas e buscam manutenção do poder, acesso ao dinheiro público para interesses privados e prejuízo da educação, principalmente nas periferias. O modelo não garante a isonomia, a gestão democrática e a educação de qualidade para todas as crianças e adolescentes. É necessário investir no quadro de servidores públicos, na estrutura das escolas com administração direta e por servidores públicos, não pagar para que empresas ou instituições religiosas adminstrem as escolas públicas.