Processo de consulta pública
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site, para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários. Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site, e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho, de como são realizadas as navegações no site, para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro. Esses cookies podem ser desabilitados, e, só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página. Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site, sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk. Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização, marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
Trocar profissionais concursadas e de carreira que participam dos cursos oferecidos para aperfeiçoamento, oferecidos pela SME, sindicatos da classe e universidades por pessoas menos preparadas e com vínculo determinado gerando alta rotatividade.
O principal cuidado deveria ser melhorar as condições de aprendizagem dos alunos, diminuindo o número em sala e melhorando as condições dos professores. E nada indica esta intenção na proposta do novo modelo. Fiquem atentos que nada será para melhorar
Este modelo não deve ser implantado, outros modelos implantados em outras secretarias mostram a má qualidade.
Se esse modelo for implantado, será um enorme passo para a destruição da escola pública e a entrega das verbas públicas para entes privados, voltados aos interesses privados, com o lucro à frente. Discordo plenamente
A implantação desse modelo exige cuidado para não descaracterizar a escola pública nem enfraquecer a gestão democrática, é essencial que os limites da atuação da organização parceira estejam bem definidos e que as decisões pedagógicas, curriculares e a supervisão permaneçam sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação.
Também é importante garantir que a comunidade escolar continuee tendo voz real no cotidiano da escola, com funcionamento efetivo do Conselho de Escola, grêmio estudantil e diálogo com as famílias. A escolha das organizações parceiras deve ser criteriosa, com exigência de experiência comprovada no ensino fundamental, capacidade técnica e transparência, além de prevenção a conflitos de interesse. Os repasses de recursos e as metas precisam ser claros e públicos, permitindo acompanhamento e controle social.
Esse texto está no limite, coeso e natural para publicação direta.
Se esse modelo for implantado, será um enorme passo para a destruição da escola pública e a entrega das verbas públicas para entes privados, voltados aos interesses privados, com o lucro à frente. O cuidado é impedir que seja adotado.
Atenção munícipe a privatização eh pra inglês ver, ! Não presta. Querem tirar a gestão e colocar os empresários pra lucrarem com a educação, vao implementar as plataformas digitais infernais ! Diga não !
A maior preocupação é garantir os direitos dos alunos a uma educação de qualidade diminuindo a quantidade de alunos por sala, esse é um fator primordial, a capacidade de gerir as unidades escolares para um beneficio verdadeiro, vivenciei em unidades escolares serviços de reformas enviados pela própria SME e essa terceirizada não ter comprometimento nenhum com um trabalho de qualidade... se terceirizar para as obras já não esta dando certo imagina o modelo pedagógico, será cada vez mais fracasso em cima de fracasso.
Na eventual implantação do modelo, devem ser observados cuidados rigorosos para evitar prejuízos ao direito à educação. É fundamental garantir transparência, controle social efetivo e participação da comunidade escolar nas decisões. Devem ser preservadas as condições de trabalho e a valorização dos profissionais da educação, bem como a gestão democrática. Também é necessário assegurar que não haja seleção de estudantes, aprofundamento das desigualdades ou priorização de metas financeiras em detrimento do projeto pedagógico. A responsabilidade do Estado pela educação pública não pode ser transferida ou fragilizada.
Os gestores das unidades escolares, devidamente concursados e integrantes da carreira do magistério, detêm plena capacidade técnica e administrativa para exercer a gestão escolar e assegurar a correta aplicação dos recursos públicos. É inadmissível o direcionamento de recursos públicos a empresas. A categoria possui ampla contribuição a oferecer e condições objetivas de apresentar propostas capazes de promover transformações reais na educação paulistana, que extrapolam a discussão restrita à remuneração. Reitero, por fim, minha posição contrária ao modelo privatista, uma vez que a privatização implica a precarização do atendimento educacional.