Processo de consulta pública
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Já ficou mais que claro a intenção de privatização do setor da educação...
Agora pensem nos exemplos de privatização recentes. Qual deles trouxe melhorias no serviço? Nenhum! Não ao sucateamento da educação, não à privatização!
Antes de considerar potencialidades e desafios é importante ressaltar a importância da gestão das escolas serem geridas por funcionários públicos concursados.
Faltou informar o quanto de dinheiro por aluno é repassado à OS, como na data exitosa parceria com o Coração de Jesus. Além de informar o valor do custo do aluno junto a OS compará-lo ao que é repassado as EMEF com estrutura semelhante.
Leia-se "data" por "dita".
Não concordo com o modelo proposta, haja visto que a Educação pública deve ser gerida por funcionários públicos de carreira e não ONGS.
Sou a favor de concurso público para todos os cargos , sendo de ingresso e acesso para que ocupem esses cargos .
Potencialidades: Nenhuma comprovada — o modelo não demonstra benefícios reais para a qualidade da educação pública.
Desafios: Transforma um direito constitucional em mercadoria, precariza o ensino na cidade de São Paulo, entrega a gestão a agentes sem qualificação pedagógica, reduz a qualidade do aprendizado, amplia riscos de corrupção e promove o sucateamento da rede pública, prejudicando sobretudo crianças carentes que dependem exclusivamente desse serviço.
Não é o modelo de gestão que garante a qualidade da educação, mas sim a valorização profissional dos servidores da educação, as condições físicas, tecnológicas e materias das escolas. Para melhorar a qualidade do ensino municipal é fundamental garantir outros direitos mais básicos, como diminuição da quantidade de alunos por sala, espaços climatizados, acústica adequada e profissionais valorizados. De resto é se aproveitar do orçamento da educação pra enriquecer empresários.
Esse modelo pode comprometer a gestão democrática, reduzir a participação da comunidade escolar e subordinar o direito à educação a interesses privados, enfraquecendo o caráter público, gratuito e social da escola.
1) Resultados acadêmicos inconsistentes ou negativos
Estudos longitudinais sistemáticos sobre modelos como charter schools (uma forma de gestão privada nos EUA) mostraram que apenas 17% tiveram desempenho significativamente melhor que escolas públicas tradicionais, enquanto 37% tiveram resultados significativamente piores.
2) Baixo impacto real nas aprendizagens
Pesquisas que reuniram mais de 150 estudos apontam que a iniciativa privada na educação pública tem impacto baixo ou nulo no desempenho dos estudantes.
3) Aumento de desigualdades
Em países que adotaram vouchers (Chile, Suécia, EUA), a privatização frequentemente intensificou a segregação socioeconômica, com estudantes de famílias de baixa renda tendo menos acesso às melhores vagas, apesar de receberem apoio financeiro.
4) Sistema mais caro e menos eficiente
Estudos mostram que escolas privatizadas podem gastar mais com administração e menos com ensino direto, sem ganhos claros de aprendizagem.
Sou contra ao modelo proposto. Por qual motivo privatizar a educação pública e colocar nas mãos das ONGs ? Precisamos de mais valorização dos profissionais que estão na ativa, com condições reais para fazer um trabalho de qualidade, para toda comunidade local. Em vez de parceria, fortaleça a rede direta.
O que deve ser considerado é o desvio de verba pública para o setor privado. A realidade é que se toda esta verba fosse aplicada na escola publica e respeitando a quantidade de alunos por sala de aula, a cidade de São Paulo estaria em 1o. Lugar em educação no Brasil!