Processo de consulta pública
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A educação pública já tem seu caminho. Sua gestão deve ser pública e democratica, a partir de concursos públicos os cargos devem ser providos, conforme legislação vigente e qualitativa. A educação pública paulistana é estruturada e funciona muito bem. O que precisa-se é qualificar a partir da mantenedora, leia -se a Prefeitura Municipal de São Paulo, na ação da Secretaria Municipal de Educação, através de formações consistentes e sérias e presenciais seus profissionais. Trazer aparatos físicos/pedagógicos condizentes com o tamanho da coleta de impostos dessa cidade gigante. Oferecendo assim o que esta população, na figura de seus filhos e filhas merecem. Não será promovendo este tipo de parceria que se vencerá os desafios educacionais. Exemplos pelo Brasil não faltarão.
O município deve investir em concursos. Educação é publica, a terceirização não é a solução e sim investimento em uma educação de qualidade e valorização dos profissionais da educação.
O presente projeto não apresenta potencialidades, pelo contrário, visto o já observado nos CEIS parceiros que não oferecem currículo determinado pelo município, péssimas condições estruturais e de trabalho. Muito diferente do exposto no documento apresentado, a realidade das CEIs conveniadas é que cada mantenedora cria suas regras e currículo, muitos inclusive, não atendendo aos princípios da CF e da LDB, como o ensino laico. A escola público gerida pelos órgãos públicos e com profissionais efetivos é a única forma efetiva de garantir o acesso e permanência de todos no ensino fundamental, sem discriminaçao devido a cor, religião, classe, deficiências etc
Sou contra o modelo de privatização, destinado verba pública a instituições privadas é pagar mais por menos, teremos profissionais desvalorizados. O ideal é destinar a verba pública para uma educação pública de qualidade.
A educação deve ser pública e democrática com qualidade e inclusiva,precisa e de recursos para desenvolver um bom trabalho não terceirização.
Devemos considerar o fortalecimento dos cargos públicos/ concursados, e não as contratações outras. Os gestores públicos, bem como todos todas a profissionais da educação devem ser valorizados e a gestão democrática deve ser priorizada e as consultas públicas devem ser amplas e discutidas com as categorias e seus representantes. As parcerias privadas podem oferecer riscos e interesses outros, por isso os investimentos públicos nos serviços para a sociedade, de forma organizada e transparente, devem ser o caminho.
A Prefeitura deve oferecer um ensino de qualidade para a população e não privatizar, pois perderia o controle de fiscalização e regulação. A Educação se constrói por gestão democrática e humanitária, compromisso social e responsabilidade do Estado, ou seja, Prefeitura de São Paulo, assegurando uma educação de qualidade e inclusiva para todos.
Ao invés de implantar esse modelo, que tal usar os recursos para resolver os desafios , que existem na rede direta e que por sinal, são muitos: infraestrutura frágil, falta de recursos humanos e financeiros, valorização da carreira docente, rede de proteção que funcione, entre outros problemas. O potencial reside em aperfeiçoar a rede já existente e não instituir algo que já existe, pois será só duplicação de problemas e gasto indevido de dinheiro público. Precisamos de políticas públicas que contribuam com a população carente e não com os grandes conglomerados.
A solução para os desafios da escola pública não está na privatização, mas sim no fortalecimento do financiamento, da gestão democrática e da valorização dos profissionais. A privatização tende a aprofundar desigualdades, segmentar o acesso e fragilizar o caráter público e inclusivo da educação.
Esse modelo sugerido não é adequado para as escolas públicas, essa se constrói por gestão democrática, compromisso social e responsabilidade do Estado ou seja prefeitura de SP. Assegurando uma educação de qualidade para todos.
A prefeitura tem a obrigação de oferecer ensino de qualidade para a população e não privatizar perdendo assim seu controle de fiscalização e regulação.